Globo golpista prova que é iluminati. Usa capoeira para passar mensagem subliminar fascista da raça ariana.
Escolheu a 31º olimpíada e mostrou o zagalo debilitado para derrubar o PT que é 13. Ou seja: 31 ao contrário.
14 bis subiu e 14 é o PTB do Roberto Jefferson que denunciou o mensalão do PT que teve Bis no petrolão, ele mora em Petrópolis (Petrópolis-Petrolão. Perceberam?), onde Santos Dumont morava também. E vejam só: a filha do Roberto Jefferson se chama Cristiane... Brasil e onde acontecem os jogos? No Brasil. Hummmmmmm perceberam?
Ali estavam vários vices: Pezão (eterno vice de Cabral), Dornelles que é da família de Aécio cheirador e da família do Vargas que era PTB, que é 14. Menos 1 é 13 e 13 é PT. A olimpíada acontece em 2016. 16 menos 1 é 15 e 15 é PMDB golpista. Temer é o vice maior na arquibancada do Maracanã. Maracanã é do Flamengo e o Vasco é sempre Vice. Temer e Vasco são vice. Eles são entes. São Vice e entes. Rio de Janeiro e Sao Paulo eram da Capitania de São Vicente.
Viram? É tudo uma conspiração orquestrada pelo capitalismo opressor em conluio com a rede esgoto de televisão.
NÃO VAI TER GOLPEEEEEE!
domingo, 7 de agosto de 2016
sábado, 8 de novembro de 2014
Boas novas!
As instituições são
resultado da busca que o ser adota para que suas expectativas de realização e
de preservação possam ser plenas. Cada uma delas é importante na medida em que
são capazes de afirmar os fins aos quais se destinam.
Entretanto, conforme as
instituições tomam corpo, passam a ganhar "vida" por meio daqueles
que as representam. Quando ganham essa "dádiva", começam a trilhar
caminhos perigosos e imprecisos. São caminhos que confundem as existências. É o
momento em que aquele que representa o corpo institucional pode se deixar iludir
pela sedutora sensação que se incorpora a potestade que se atribui de maneira
simbólica às instituições.
Esse é o túmulo de
qualquer instituição, pois é o momento em que o ser passa a acreditar que é
aquilo que de fato não é. É o instante em que a mentira toma corpo na vida
daqueles que deveriam dignificar as grandes verdades da vida. Por isso é uma
espécie lato senso das heresias.
Sacrilégio, profanações e indignidades.
A perversidade dessa
realidade comum em nossos dias, e em quase todos os setores, está no fato de
que quem deveria dar o exemplo maior é justamente quem comete os piores erros
contra aquilo que representa. Ora, se o ícone maior que deveria edificar uma
causa é o primeiro na lista de inimigos das verdades as quais representa,
aqueles que estão sobre a sua égide reproduzirão sem culpas tais erros e,
assim, a verdade é sufocada dando lugar a mentira como sendo a implacável
verdade naquele setor da vida humana. Toda vez que não estamos muito certos do
que acreditamos, tendemos a nos tornar implacáveis, pois queremos, de forma
inconsciente, convencer a nós mesmos.
Dessa forma, como
acreditar naquilo que tal instituição representa? Seria como uma adesão à
ilusão, mesmo sabendo que dali nenhum êxito será logrado.
Estamos vivendo
momentos em que não tem sobrado pedra sobre pedra de cada uma das instituições que
edificamos ao logo de nossa história. Sinais dos tempos. Sim, um apocalipse nos
envolve a cada dia, pondo fim ao mundo que edificamos por todo esse tempo. Não
um escrito pelos roteiristas de Hollywood, não o que os fanáticos religiosos
pintam de forma medonha para que as pessoas se submetam às suas loucuras. Vivemos
um apocalíptico momento em que um novo tempo se descortina diante de nós. As "grandes
prostitutas" instituições perdem o poder de encantamento e, por
consequência, os seus poderes de sedução.
De hoje em diante, a
cada momento, veremos que a fé se sobreporá às religiões; as artes, às mídias; o
trabalho, ao emprego; a política, aos partidos; o bem estar social, ao estado;
ao amor, ao casamento; e tudo o mais terá suas edificações mortas sendo
substituídas pela verdade do que elas representam.
Tudo que está escondido
se revelará, porquanto o alto grau de informação ao qual chegamos nos
concederam as chaves da verdade e, como amplamente sabemos, a verdade liberta.
Portanto, estejamos prontos para exercer essa liberdade, sendo capazes, como
essência de vida, de ressuscitar cada uma dessas instituições com seus novos
paradigmas.
Que venha o novo para
que o ser que nasce em cada um de nós possa viver plenamente o seu tempo! O
tempo de verdade.
Ricardo Le Duque
09/08/2014 às 16:28
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Ensaio sobre a eternidade
Eu, mais que um homem de palavra, sou um homem das palavras.
Aliás definir essa diferença já seria o suficiente para justificar o tema que
pretendo desenvolver pois ser da palavra poder significar uma incapacidade de
reflexão sobre aquilo que se disse em um momento impensado e isso não é nada
bom. O que por sua vez colocaria a frase em descrédito, coisa que, para quem se
auto define como pessoa "de palavra", não seria um boa qualidade.
Sou das palavras porque elas são a mais racional das nossas
capacidades de comunicação. Mas levo muito isso muito à sério. Tem um
"post", desses do face que
achei bem interessante. Dizia assim: Eu penso "A", me leem
"B", comentam "C" e espalham "D". Isso é o que há
de mais comum entre as pessoas pois parece que as comunicações entre nós
desprezam os fundamentos do
entendimento. Parece que as pessoas querem se apropriar das palavras como que
elas lhes pertencem, querem dar o seu significado pessoal e aí a coisa se
perde.
Um dia eu vi alguém sugerir a um outro amor eterno. Em
princípio isso seria algo que se diz a alguém para expressar o quanto se ama,
quer superlativizar o sentimento de forma a tornar inquestionável tal
sentimento.
Ouvir isso deve ser gostoso. Numa mesa comendo fondue,
tomando um bom vinho, ouvindo uma boa música. Pois esse é o momento em que há
espaço pra se dizer qualquer coisa que dignifique os sentimentos entre o casal.
Entretanto uma frase dessa quando se vive mal uma relação, quando se está
separado por problemas sérios de convívio, deve soar diferente da cena
anterior.
Dai fiquei pensando como que certas palavras, por serem tão
subjetivas como é o caso de eternidade, precisam, digo, merecem um esforça
maior que as definam de maneira mais práticas. Embora tenhamos um distanciamento
existencial profundo sobre a eternidade, o fato é que essa palavra tem um poder
imprescindível para a nossa percepção de mundo. A exemplo dos casais
apaixonados, dos homens de fé e dos filósofos, a eternidade merece definição
que a torne objeto pratico em nossas vidas mortais. Pois, do contrário, quando
um filósofo falar dela em um texto de 500 páginas fará parecer que não vale a
pena pensar sobre ela; quando um religioso falar sobre ela parecerá que ele tem
um discurso esquizofrênico, ou seja ele fala como um evidente ser mortal de uma
imortalidade que ninguém vê mas ele afirma existir. Por fim, quando os
apaixonados falam dela como algo que só se diz para se conseguir um beijo
especial ou para tentar por fim a alguma coisa muito errada que um dos dois tenha
feito com o outro.
Então depois de longa reflexão sobre o impasse tive a
ousadia de definir o que parecia indefinível. Para tal parti de um pressuposto
básico que é uma pergunta negativa que seria: O que não é eterno?. Não é eterno
o que efêmero. Assim efêmero é o que é breve. O que é breve tem curta duração,
um início e um fim. Portanto é finito. Logo, não oferecendo nenhuma novidade
poderia elaborar um silogismo em que a eternidade é algo perene e, por
conseguinte, infinito. Mas ouso me apropriando da essência da palavra, ir além.
Embora haja possibilidade de certa comparação não termino
esta palavra nesses termos. Eterno não precisa estar na categoria da infinidade
ou em contraponto com o que finito mas pode se combinar. Eterno é aquilo que é
para sempre, e se antagoniza daquilo que é passageiro. Ou seja não se limita a
passagem de uma instância mas presume a continuidade de percurso por onde quer
que se caminhe.
Todavia não é um fim em si mesmo visto que não faz pacto com
a finitude, é perene. Assim, quando disser alguém sobre a eternidade não se
descomprometa com a realidade da vida finita. Pois pode soar como uma espécie
de diminuição da gravidade dos erros presentes pois se tem uma eternidade para
se consertar as nossas negligências.
Quando olhamos para o céu, esse que é a mais próxima
expressão de eternidade é cheio de exemplos de que a eternidade tem os seus
limites. Cada corpo celeste que vemos nele é finito. O céu que vemos agora,
nesse instante, jamais se repetirá pois todos os corpos se movem no firmamento.
O que impede, em milímetros, que a posição se repita exatamente como se vê e,
como estrelas morrem, quando voltarmos no mesmo ponto que estamos agora, isso
é, daqui a aproximadamente vinte oito mil anos, não haverá mais em hipótese
alguma o mesmo céu que se vê agora. Portanto o máximo que a eternidade pode ser
é: "Um conjunto de coisas finitas".
Assim, se você é um filósofo da hora, um religioso da fé
inquestionável ou romântico de ocasião, pense bem em tratar com carinho cada
uma das finitudes que compõe o seu conceito de eternidade. O outro agradece.
Ricardo Le Duque
18/08/2014
12:29
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Somos todos produtores de eventos I
Somos todos Produtores de eventos.
O mundo de hoje está, cada vez mais, com um grau de individualismo que, volta e meia, vemos coisas tratadas como extremamente normal mas que na verdade é um desvio no que diz respeito a um bom viver.
Eu já estou cansado de fazer uma piadinha que, de tanto fazer, já acho muito sem graça. É assim... quando vou ler um cabeçalho de prova de um aluno e não consigo identificar o nome ou o número tal a estranheza que as letras e números me causam, pergunto de quem é e vem o aluno sem o menor constrangimento me dizendo que aquela é o "M" ou o "7" dele. Aí eu, de bate e pronto, digo em tom de stand up: "mas o "M" não é seu! o "M" é nosso! aha uhu esse "M" é nosso! aha uhu... é... acho que não tem mesmo a menor graça.
Minha luta inglória de dizer ao jovem que as letras, os números, foram feitos para que as pessoas pudessem se comunicar e que pra isso é preciso que eles sejam os mesmos tanto para o emissor quanto para o receptor da mensagem... Aí é que eu fico insuportavelmente chato...
Pois é no meu dia a dia tenho uma estranha mania de buscar a palavra certa pra dizer o que sinto, o que desejo, o que penso. Desde a minha adolescência tive a paixão pelas palavras. Ficava no banheiro horas lendo dicionário tentando conhecer novas que revelassem sentidos que me fizessem pensar, divagar sobre os seus significados.
Isso me foi útil para compor canções, me expressar oral e graficamente. Hoje acordei com uma inquietação sobre como algumas pessoas, aliás muita gente boa, são de determinada maneira contrárias aos seus próprios interesses. E isso é metalinguística da vida. Tem gente que é reativa mas pensa que é ativa. Fica na "fazeção" que é uma beleza mas não dá frutos no que faz. Quando o gás acaba o balão desce como quem é atraído pela gravidade da depressão.
Certa vez eu comentava com uma pessoa bem culta que muitas vezes uma inação é uma atitude. Aquilo soou mal pois a pessoa associava atitude diretamente a expressão da ação. Ora... quem pensa assim facilmente confunde a atitude com uma ação.
Sabe aquelas pessoas que acham que é preciso levantar e sair fazendo as coisas?... pois é! Ela não é, como pensa, ativa. É reativa. Está em reação a alguma coisa. É algo semelhante a agonia de quem se vê diante da morte.
A ação, enquanto atitude, é fruto de pensamento, de avaliação, de ponderação... enfim da razão. Quem confunde isso acaba sendo inconsequente pois não mede suas ações e produz cenários constrangedores e as vezes até trágicos.
Depois ficam reféns de suas contradições pois em suas "fazeções" autossuficientes se encheram de orgulho por se sentirem dignos de serem feitores de suas histórias e depois, com a triste constatação de seus equívocos, acabam envergonhados o suficiente para não assumirem os erros. Morrem secos, mas não dão o Braço a torcer.
Assim é uma pessoa reativa. Há uma palavra que falta no seu vocabulário. "Proatividade" A palavra é nova e até o corretor do word sublinha como errada. Ela nos explica que a atividade que desejamos desempenhar, produzir, precisa de humildade para reconhecer que há pessoas que sabem mais a respeito de algumas coisas que não sabemos. Um sujeito proativo é aquele que reconhece a importância do outro em sua vida, que suas ações precisam ser cuidadosamente avaliadas em relação as consequências que podem produzir.
Sabe aquele tipo que acha feio aqueles que se preocupam com o que os outros vão pensar? Pois é ela é reativa. Ela é capaz de fazer a qualquer coisa que dê na telha só pra provar que não está nem aí pra aqueles que ela supõe ser seus algozes. Afinal de conta esses "outros" são um tipo de gente que reprime, que oprime... Faz sentido não é? Pode ser que você até pense assim: e isso não tá certo? E eu tenho que ficar fazendo as coisas em função das outras pessoas? Pois é. Se você pensou isso você foi reativo e não se deu conta. Em momento algum eu disse que as pessoas devem fazer o que as outras a impõe. O que disse foi apenas que nossas ações produzem reações e isso nos torna responsáveis pelo que produzimos de efeitos nos outros. Isso não lhe parece razoável?
A vida é uma sucessão de produção de eventos e a todos aqueles que você for o único envolvido você pode fazer qualquer coisa sem nenhum pudor e seja feliz por isso. Mas se suas ações envolverem um outro alguém, um grupo de pessoas, uma comunidade, um povo, uma nação... aí meu amigo, sinto muito mas você deverá ter a maturidade de ponderar pois a sua responsabilidade diante do produzido no outro é muito grande.
Se você lembrou do início do texto deve estar se perguntando o que isso que digo tem a ver com as letras e os números que o aluno escreve e não dá pra entender. Se você se perguntou isso ou coisa parecida. Parabéns você é proativo. Tenta entender as coisas pelo todo e não pelas partes.
O grau de egoísmo que vivemos faz com que as pessoas ignorem os códigos que unem as pessoas. Fazem as coisas como se fossem sozinhas, ignoram os outros. Vivem num grau de egoísmo infantil que agem como crianças inconsequentes. Ficar com Zero na prova por não ser identificado a coloca como vítima de uma injustiça que simplesmente não existe. Ela sempre tem um... "ah o que é que custa?" como se o mundo estivesse a sua disposição. Não, não está. Então pense bem antes de uma briga feia com alguém que você diz amar quando isso antecede ao natal, a um aniversário, a uma data importante pra vocês. Não pensar nisso é ignorar a dor do outro e achar que só você sente dor.
Antes de postar uma foto da crueldade com que os israelenses tratam os palestinos se pergunte se você não foi também foi capaz de lançar os seus "mísseis" para tentar mostrar quem é que manda numa relação. Pode ser que não haja ONU que consiga retomar a paz.
Ricardo Le Duque
02 de Agosto de 2014
00:30
O mundo de hoje está, cada vez mais, com um grau de individualismo que, volta e meia, vemos coisas tratadas como extremamente normal mas que na verdade é um desvio no que diz respeito a um bom viver.
Eu já estou cansado de fazer uma piadinha que, de tanto fazer, já acho muito sem graça. É assim... quando vou ler um cabeçalho de prova de um aluno e não consigo identificar o nome ou o número tal a estranheza que as letras e números me causam, pergunto de quem é e vem o aluno sem o menor constrangimento me dizendo que aquela é o "M" ou o "7" dele. Aí eu, de bate e pronto, digo em tom de stand up: "mas o "M" não é seu! o "M" é nosso! aha uhu esse "M" é nosso! aha uhu... é... acho que não tem mesmo a menor graça.
Minha luta inglória de dizer ao jovem que as letras, os números, foram feitos para que as pessoas pudessem se comunicar e que pra isso é preciso que eles sejam os mesmos tanto para o emissor quanto para o receptor da mensagem... Aí é que eu fico insuportavelmente chato...
Pois é no meu dia a dia tenho uma estranha mania de buscar a palavra certa pra dizer o que sinto, o que desejo, o que penso. Desde a minha adolescência tive a paixão pelas palavras. Ficava no banheiro horas lendo dicionário tentando conhecer novas que revelassem sentidos que me fizessem pensar, divagar sobre os seus significados.
Isso me foi útil para compor canções, me expressar oral e graficamente. Hoje acordei com uma inquietação sobre como algumas pessoas, aliás muita gente boa, são de determinada maneira contrárias aos seus próprios interesses. E isso é metalinguística da vida. Tem gente que é reativa mas pensa que é ativa. Fica na "fazeção" que é uma beleza mas não dá frutos no que faz. Quando o gás acaba o balão desce como quem é atraído pela gravidade da depressão.
Certa vez eu comentava com uma pessoa bem culta que muitas vezes uma inação é uma atitude. Aquilo soou mal pois a pessoa associava atitude diretamente a expressão da ação. Ora... quem pensa assim facilmente confunde a atitude com uma ação.
Sabe aquelas pessoas que acham que é preciso levantar e sair fazendo as coisas?... pois é! Ela não é, como pensa, ativa. É reativa. Está em reação a alguma coisa. É algo semelhante a agonia de quem se vê diante da morte.
A ação, enquanto atitude, é fruto de pensamento, de avaliação, de ponderação... enfim da razão. Quem confunde isso acaba sendo inconsequente pois não mede suas ações e produz cenários constrangedores e as vezes até trágicos.
Depois ficam reféns de suas contradições pois em suas "fazeções" autossuficientes se encheram de orgulho por se sentirem dignos de serem feitores de suas histórias e depois, com a triste constatação de seus equívocos, acabam envergonhados o suficiente para não assumirem os erros. Morrem secos, mas não dão o Braço a torcer.
Assim é uma pessoa reativa. Há uma palavra que falta no seu vocabulário. "Proatividade" A palavra é nova e até o corretor do word sublinha como errada. Ela nos explica que a atividade que desejamos desempenhar, produzir, precisa de humildade para reconhecer que há pessoas que sabem mais a respeito de algumas coisas que não sabemos. Um sujeito proativo é aquele que reconhece a importância do outro em sua vida, que suas ações precisam ser cuidadosamente avaliadas em relação as consequências que podem produzir.
Sabe aquele tipo que acha feio aqueles que se preocupam com o que os outros vão pensar? Pois é ela é reativa. Ela é capaz de fazer a qualquer coisa que dê na telha só pra provar que não está nem aí pra aqueles que ela supõe ser seus algozes. Afinal de conta esses "outros" são um tipo de gente que reprime, que oprime... Faz sentido não é? Pode ser que você até pense assim: e isso não tá certo? E eu tenho que ficar fazendo as coisas em função das outras pessoas? Pois é. Se você pensou isso você foi reativo e não se deu conta. Em momento algum eu disse que as pessoas devem fazer o que as outras a impõe. O que disse foi apenas que nossas ações produzem reações e isso nos torna responsáveis pelo que produzimos de efeitos nos outros. Isso não lhe parece razoável?
A vida é uma sucessão de produção de eventos e a todos aqueles que você for o único envolvido você pode fazer qualquer coisa sem nenhum pudor e seja feliz por isso. Mas se suas ações envolverem um outro alguém, um grupo de pessoas, uma comunidade, um povo, uma nação... aí meu amigo, sinto muito mas você deverá ter a maturidade de ponderar pois a sua responsabilidade diante do produzido no outro é muito grande.
Se você lembrou do início do texto deve estar se perguntando o que isso que digo tem a ver com as letras e os números que o aluno escreve e não dá pra entender. Se você se perguntou isso ou coisa parecida. Parabéns você é proativo. Tenta entender as coisas pelo todo e não pelas partes.
O grau de egoísmo que vivemos faz com que as pessoas ignorem os códigos que unem as pessoas. Fazem as coisas como se fossem sozinhas, ignoram os outros. Vivem num grau de egoísmo infantil que agem como crianças inconsequentes. Ficar com Zero na prova por não ser identificado a coloca como vítima de uma injustiça que simplesmente não existe. Ela sempre tem um... "ah o que é que custa?" como se o mundo estivesse a sua disposição. Não, não está. Então pense bem antes de uma briga feia com alguém que você diz amar quando isso antecede ao natal, a um aniversário, a uma data importante pra vocês. Não pensar nisso é ignorar a dor do outro e achar que só você sente dor.
Antes de postar uma foto da crueldade com que os israelenses tratam os palestinos se pergunte se você não foi também foi capaz de lançar os seus "mísseis" para tentar mostrar quem é que manda numa relação. Pode ser que não haja ONU que consiga retomar a paz.
Ricardo Le Duque
02 de Agosto de 2014
00:30
Somos todos produtores de eventos II
Somos todos produtores de eventos II
Esta semana postei um texto que fiz mediante a uma inquietação. Daquelas que a gente já acorda querendo escrever. Esse de hoje, na verdade é uma continuação pois o outro não disse tudo sobre essa inquietação. Já estava extenso demais e eu resolvi parar pra digerir um pouco mais sobre o tema.
O que faltou dizer é que ainda sobre a nossa condição de produtores de eventos em nossas vidas há duas palavras que se confundem nesta seara: Cicatriz e marca.
Sempre falo aos meus alunos que estão se formando no ensino médio a importância de se levar a sério a cerimônia de formatura. digo-lhes, quando eles começam a desdenhar e acharem que o melhor seria fazerem um churrasco na casa de alguém, num sítio ou coisa e tal..., que todos nós precisamos de rituais de passagem para determinados momentos de nossas vidas. Eles são capazes de estabelecer marcos que facilitam didaticamente divisores de águas ao longo de nossa jornada.
Há quem se pergunte: "Mas pra quê isso? bobagem!" Sou taxativo! Não, não é uma bobagem. Esse marco nos permite saber onde estávamos em tal época, fazendo o que, com quem. Podem acreditar isso é necessário.
A informática, em sua dinâmica tecnológica e evolutiva, nos permitiu projetar nas máquinas aquilo que somos de forma virtual. Um computador é melhor que outro tanto quanto for capaz de possuir maior memória. A memória permite, são só o espaço físico para a alocação de informação mas também um outro aspecto que é a velocidade de processamento. Assim, tempo e espaço se revelam virtualmente eficientes na vida útil do computador. Nos sistemas operacionais, o que dá vida à máquina, há uma ferramenta chamada restauração de sistema. Ela está ali para que o usuário, quando sentir que o computador está funcionando mal, devido a influência de aplicativos, possa voltar a um determinado momento em que ele funcionava bem. De lá pra cá ele dá uma retirada de tudo que entrou na máquina e que, por algum motivo mudou a configuração adequada e o levou ao mal funcionamento. Ele só não apaga os nossos arquivos pessoais, ou seja, o que foi de nossa espontânea vontade fica. Só apaga o que se instalou alheia a nossa percepção e querer.
Por isso é importante ter uma marca de tempo em tempo para que se possa restaurar o que funcionava bem.
Pois é. Na vida não é diferente. Precisamos de chá de panela, chá de bebê, batizado, festa de 15 anos, baile de debutantes, de formaturas, de cerimônia de casamento, divórcio, de funerais... Esses momentos dão a marca que precisamos para retomarmos momentos de outras configurações pela nossa lembrança. O que fomos é muito importante para entendermos no que nos tornamos e no que pretendemos ser. Assim podemos compreender a diferença entre cicatrizes e marcas.
A primeira palavra, ainda que não precise ser vista com valor pejorativo, é expressão de acidente de percurso ou de força da natureza em nossas vidas. Podemos torná-las marcas se quisermos. A marca é algo que denota um objetivo racional e formal em nossas vidas. Uma Cicatriz pode se tornar uma marca. Podemos fazer dela uma espécie de tatuagem que a vida escreveu em nosso corpo ou em nossa alma. Mas pode ficar apenas na categoria de acidente de percurso se a rejeitarmos. De maneira tal que cicatrizes podem ser marcas mas nunca aquilo que entendemos como marca será uma cicatriz. A marca é um Marco. É fruto de nossa vontade, desejos e interesses. É fruto de nossa razão. Nos definimos por meio dela. Aquilo que se expressa num corpo físico ou afetivo vai ficar em nossas vidas queiramos ou não. Nossos espelhos nos revelarão. Sejam eles aqueles que são lâminas de vidro com mercúrio ou as pessoas que se manifestam em nossas vidas. Cabe a nós a capacidade a auto compreensão. E pra isso precisaremos dar significado àquilo que deixa em nós marcas indeléveis. Ainda que cicatrizes podemos torna-las marcas de nossas experiências como uma ruga, uma estria de gravidez, uma pel bronzeada curtida... O segredo para isso está em nos percebermos como protagonistas de nossas histórias atores em nossos espaços. Para isso devemos nos assumir como os Produtores dos nossos eventos. Ainda que para isso precisemos contratar profissionais do ramo. Sejam eles cirurgiões plásticos, psiquiatras, psicólogos, advogados, mestres de cerimônias ou simplesmente eles: Os nossos cada vez mais comum em nossas vidas, produtores de eventos. rsrsrsrsrs melhor que seja assim. Vamos fazer festas! Vamos celebrar a vida!
Ricardo Le Duque
03/08/2014
16:15
Foto Jade Beall
Esta semana postei um texto que fiz mediante a uma inquietação. Daquelas que a gente já acorda querendo escrever. Esse de hoje, na verdade é uma continuação pois o outro não disse tudo sobre essa inquietação. Já estava extenso demais e eu resolvi parar pra digerir um pouco mais sobre o tema.
O que faltou dizer é que ainda sobre a nossa condição de produtores de eventos em nossas vidas há duas palavras que se confundem nesta seara: Cicatriz e marca.
Sempre falo aos meus alunos que estão se formando no ensino médio a importância de se levar a sério a cerimônia de formatura. digo-lhes, quando eles começam a desdenhar e acharem que o melhor seria fazerem um churrasco na casa de alguém, num sítio ou coisa e tal..., que todos nós precisamos de rituais de passagem para determinados momentos de nossas vidas. Eles são capazes de estabelecer marcos que facilitam didaticamente divisores de águas ao longo de nossa jornada.
Há quem se pergunte: "Mas pra quê isso? bobagem!" Sou taxativo! Não, não é uma bobagem. Esse marco nos permite saber onde estávamos em tal época, fazendo o que, com quem. Podem acreditar isso é necessário.
A informática, em sua dinâmica tecnológica e evolutiva, nos permitiu projetar nas máquinas aquilo que somos de forma virtual. Um computador é melhor que outro tanto quanto for capaz de possuir maior memória. A memória permite, são só o espaço físico para a alocação de informação mas também um outro aspecto que é a velocidade de processamento. Assim, tempo e espaço se revelam virtualmente eficientes na vida útil do computador. Nos sistemas operacionais, o que dá vida à máquina, há uma ferramenta chamada restauração de sistema. Ela está ali para que o usuário, quando sentir que o computador está funcionando mal, devido a influência de aplicativos, possa voltar a um determinado momento em que ele funcionava bem. De lá pra cá ele dá uma retirada de tudo que entrou na máquina e que, por algum motivo mudou a configuração adequada e o levou ao mal funcionamento. Ele só não apaga os nossos arquivos pessoais, ou seja, o que foi de nossa espontânea vontade fica. Só apaga o que se instalou alheia a nossa percepção e querer.
Por isso é importante ter uma marca de tempo em tempo para que se possa restaurar o que funcionava bem.
Pois é. Na vida não é diferente. Precisamos de chá de panela, chá de bebê, batizado, festa de 15 anos, baile de debutantes, de formaturas, de cerimônia de casamento, divórcio, de funerais... Esses momentos dão a marca que precisamos para retomarmos momentos de outras configurações pela nossa lembrança. O que fomos é muito importante para entendermos no que nos tornamos e no que pretendemos ser. Assim podemos compreender a diferença entre cicatrizes e marcas.
A primeira palavra, ainda que não precise ser vista com valor pejorativo, é expressão de acidente de percurso ou de força da natureza em nossas vidas. Podemos torná-las marcas se quisermos. A marca é algo que denota um objetivo racional e formal em nossas vidas. Uma Cicatriz pode se tornar uma marca. Podemos fazer dela uma espécie de tatuagem que a vida escreveu em nosso corpo ou em nossa alma. Mas pode ficar apenas na categoria de acidente de percurso se a rejeitarmos. De maneira tal que cicatrizes podem ser marcas mas nunca aquilo que entendemos como marca será uma cicatriz. A marca é um Marco. É fruto de nossa vontade, desejos e interesses. É fruto de nossa razão. Nos definimos por meio dela. Aquilo que se expressa num corpo físico ou afetivo vai ficar em nossas vidas queiramos ou não. Nossos espelhos nos revelarão. Sejam eles aqueles que são lâminas de vidro com mercúrio ou as pessoas que se manifestam em nossas vidas. Cabe a nós a capacidade a auto compreensão. E pra isso precisaremos dar significado àquilo que deixa em nós marcas indeléveis. Ainda que cicatrizes podemos torna-las marcas de nossas experiências como uma ruga, uma estria de gravidez, uma pel bronzeada curtida... O segredo para isso está em nos percebermos como protagonistas de nossas histórias atores em nossos espaços. Para isso devemos nos assumir como os Produtores dos nossos eventos. Ainda que para isso precisemos contratar profissionais do ramo. Sejam eles cirurgiões plásticos, psiquiatras, psicólogos, advogados, mestres de cerimônias ou simplesmente eles: Os nossos cada vez mais comum em nossas vidas, produtores de eventos. rsrsrsrsrs melhor que seja assim. Vamos fazer festas! Vamos celebrar a vida!
Ricardo Le Duque
03/08/2014
16:15
Foto Jade Beall
segunda-feira, 15 de julho de 2013
A maluca e o covarde
Nesses
dias assisti , sei lá, pela quarta vez, um filme que já utilizei em minhas aulas de
filosofia e de sociologia. chama-se Hancock. é um daqueles filmes de super-herói
só que, diferente dos outros mais comuns, o protagonista, interpretado pelo
Will Smith, é uma espécie de anti herói.
Poderia
aqui falar das estratégias pedagógicas que usei pra tornar essa película
popular em um valioso instrumento didático para minhas aulas, mas não! Não é isso
que pretendo. Ao assistir este filme de sucesso, modesto, eu me recordei de um
bordão que é um espécie de start para que todos os poderes fenomenais de heróis
que são, fossem liberados. é disso que gostaria de falar.
Pra
quem não assistiu ao filme cabe uma explicação. Hancock é um cara que não
recorda porque tem todos aqueles dons e só descobre quando, "por acaso",
se depara com a sua milenar companheira. Mulher que sempre amou mas que, por
uma explicação profundamente simbólica , quando estão juntos vão perdendo os
poderes de semi deuses até que se transformam em mortais. É uma terrível
metáfora sobre as características dolorosas, que tanto nos atemorizam, e sofríveis do amor, do grande,
derradeiro e implacável amor.
Mas voltando à explicação do bordão, quando
alguém chama nosso Herói de covarde... ah!... ele vira bicho. E com um tom que
nos remete às nossas infâncias "faroestiânicas" ou "shaolílicas"
quando algum menino que gostaria de testar a sua masculinidade, provocava:
"ih alá!... covarde..." Isso soava como: ou você parte pra porrada ou
então assumia sua incapacidade de expressar classicamente seus dotes de homem.
(rs ... era desse jeito) mas a coisa nova para mim no filme era que havia uma
correspondência feminina para tal start. quando nossa Heroína era chamada de
maluca... ah... "a porca torcia o rabo!". Essa era uma deixa pra que
ela liberasse todo o seu poder contra o homem que mais amava.
achei
esse detalhe, que soa mais como um bordão engraçado, a coisa mais significativa
do filme. Pensei cá comigo (...) e não é que é verdade?! Nós, homens, quanto
mais desejamos provar que somos machos alfas, mais nos lançamos nas aventuras
perigosas das bravatas corajosas diante de
nossos opositores. No fundo, lá no fundo nós somos um montão de covardes
tentando nos vencer nesse medo de nos prostrar à condição de nossas fraquezas
humanas. Para entrar no hall divino, onde poderíamos ser aceitos, ou
escolhidos, acreditamos que em primeiríssimo lugar temos de ter coragem.
E a
mulher? (...?...) Cresci acreditando no conceito moderno de igualdade e acabei
me adestrando a amortizar as diferenças entre homens e mulheres. Isso me levou
a equívocos risíveis como a infantil ideia de que nós homens só seríamos bons
amantes se na hora da cama ficássemos a disposição de seus gozos pra que só
depois víssemos o "nosso lado" aos poucos, no encaixe da vida íntima
pude me deparar com o "gozo" maior de uma mulher que se delicia ao ver seu homem se
lambuzar frenético sem técnicas kamasútricas. apenas um homem feliz por ter uma
fêmea que o satisfaz ah como é bom ver os olhinhos superiores de uma mulher,
brilharem por verem que o seu macho não conseguiu se controlar diante de tanta
gostosura que ela representa. As vezes digo que saí do armário depois de ter experimentado
tal assunção da minha condição masculina.
Véi!
Vai entender mulher! É mesmo difícil! Acho que agora entendo o que me levou a
me sentir tão atraído pela psiquiatria e pela psicologia. No fundo acho que
isso era parte de minha profunda vontade de entender as mulheres. Epa! "Eureka!"
É o que me ocorreu quando vi que a correspondência do bordão usado por Hancock
que era: " me chama de novo de covarde" e na sua mulher era: "me
chama de novo de maluca". Pronto! Lançara-se sobre mim uma luz acerca do
que seriam as mulheres. Recorri logo a uma das ptonisas mais importantes na tradução da alma feminina que é a Martha Medeiros, adoro lê-la pois que tal fato
me permite ler melhor as mulheres. E estava lá nas palavras da minha guru
"Toda mulher é doida" Esta num status do facebook da Martinha. Me
lembrei de uma outra tradutora credenciada pela alma feminina que é a Grande e maravilhosa
compositora Fátima Guedes. Ela tem uma novíssima e maravilhosa canção que tive a
honra de ouvir de sua própria boca " Toda mulher é maluca".
Aliviei as tensões de pobre homem em busca dos
potes de ouro além do arco-íris e aceitei a minha simples condição humana. Sou
apenas um homem, com medos, dúvidas e incertezas, Pronto pra tentar
impressionar as mulheres como um cavaleiro com sua espada contra os dragões e
agora sim mais confiante por saber o que sou ao me deparar com o que vocês,
mulheres são. Vocês são... lindas... vocês são gostosas... são... meigas...
são...
É... (...)
acho que não tenho coragem de dizer!
Ricardo Le Duque
15/07/2013 as 15:05
domingo, 7 de julho de 2013
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