segunda-feira, 6 de setembro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=VGNQ6z6TFwE&feature=related

Ricardo Le Duque: Limiar de Hermon

Ricardo Le Duque: Limiar de Hermon

Ricardo Le Duque: Limiar de Hermon

Ricardo Le Duque: Limiar de Hermon

http://ricardoleduque.blogspot.com/2010/09/limiar-de-hermon.html#links

Limiar de Hermon

Limiar de Hermon

Entre um breve tempo do passado preciso e um futuro incerto há um lugar, um espaço, um limiar. Lugar de tênue distância entre o Campo e a Cidade, entre as luzes e as sombras, noites e dias. Limiar é intercessão. Algo ou ponto de união de diferentes, lugar comum de amores e paixões. Limiar é Letra, Música e Emoção. Limiar de vidas... Limiar de Hermon.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Geyse Arruda

Inaceitável desejo – Aquela Moça

Esse fato ocorrido na Uniban (universidade de banqueiro-deve ser) reflete algo que vai além do puritanismo e falsa moral de uma juventude hipócrita que faz faculdade pra “tirar” o "diproma" de nível “superior”. Depois de ver as fotos da moça tive certeza de que não se trata de um corriqueiro assédio moral contra quem mostra o corpo com sensualidade. Quem quiser testificar isso é só fazer umas visitas nos orkuts dos jovens colegiais e dos que fazem faculdade. É comum na atual juventude a mostra do corpo. Os perfis estão repletos de barrigas tanquinho dos rapazes e sinuosos e belos corpos de moças nas praias, beiras de piscinas ou nas lajes. Pircings nos umbigos, carinha de quem tá gostando demais, tatoos chamando a atenção para os “muks”... bobagem nossa achar que o que provocou o alvoroço foram as belas pernas da moça. Isso faz parte de outra geração. O ódio, a raiva, o inconformismo foi contra ousadia com que uma pessoa simples, de gosto simplório, alguém que não ostentava marcas da moda e os estilos credenciados pelas Glorinhas Kalil da vida. Ela, a Moça, deixou as pessoas desorientadas. Os rapazes não entendiam como podiam desejar serem escolhidos por uma menina pobre e as moças pensavam como “aquelazinha” cafona, que não ostentava a insana magreza das top models, poderia ser tão interessante ao ponto de provocar tanto frisson. Foi um ultraje à “sagrada” futilidade da sociedade de consumo. Aquela moça ousou ser bonita sem posses. Ser sensual sem imitar as celebridades. Ela tinha uma altivez inaceitável para aqueles jovens que sonham em se sentirem emergentes e projeto de uma onírica riqueza. Isso doeu fundo em suas almas preconceituosas. Por isso partiram para o confronto. Não acharam covardia aquela multidão contra ela. A Moça ficou grande demais diante de suas tacanhas mentalidades de gente que sonha em ser da elite. Medíocres unidos jamais serão vencidos! A Moça os assombrou como um pesadelo. Atacá-la era o que restou para aqueles derrotados pelo medo que sua simplicidade e beleza revelassem as criaturas desinteressantes que se tornaram.

Espero que essa Moça tenha juízo e saia de perto dessa gente que me lembra aqueles garotos de programa que matam travestis e homossexuais depois de “traçá-los” no sexo. Tentam “queimar o arquivo” de seus inaceitáveis desejos.

Isso sim foi o que ocorreu. Não suportaram desejar possuir ou ser como Aquela Moça.

Ricardo Le Duque

sábado, 22 de novembro de 2008

Nós da madeira


Somos o Nós da Madeira.

Que foi semente,

Germinou na terra,

Floresceu alimentando a fauna.

Cresceu árvore,

Coloriu paisagens e acolheu os pássaros

em seus ninhos de primavera.

Foi ao chão, virou casas, móveis,

instrumentos musicais...

e piano, violino, bandolim e violão

ao ritmo do tambor agora se faz jus.

À luz de um dom. Um som de nós

O “Nós da Madeira”